O que é osteofitose?

Conhecida popularmente como bico de papagaio, a osteofitose é uma patologia que acomete a coluna vertebral, se formando ao redor das articulações. Dessa forma, essas alterações surgem por causa da desidratação dos discos intervertebrais, favorecendo a aproximação das vértebras e causando compressão.

Além disso, essa patologia costuma deixar os ligamentos e músculos que cercam a bacia bem mais rígida. Muitos especialistas dizem que a osteofitose é um tipo de defesa do organismo, que visa absorver a sobrecarga das articulações.

O que é osteofitose

Desse modo, ela absorve a sobrecarga sobre as articulações, para tentar estabilizar a coluna vertebral. A condição, chamada popularmente de bico de papagaio, se tornou popular por causa da semelhança da expansão óssea com o bico da ave.

Por fim, a osteofitose é apenas uma simples indicação de que há degeneração da coluna vertebral. Além disso, costuma acometer pessoas acima de 60 anos.

Quais as causas da osteofitose?

Além da idade, existem vários outros fatores que podem causar a formação do bico de papagaio na coluna vertebral. Mas, o fator que mais acomete a osteofitose são estressores da vida normal, possivelmente agravados por lesões traumáticas na arquitetura da coluna vertebral.

Sendo assim, podemos afirmar que a osteofitose acomete, normalmente, pessoas acima dos 60 anos, mas, por diversos motivos, pode aparecer em jovens também. Afinal, para o bico de papagaio aparecer, você só precisa contribuir para sua formação, estando exposto aos seus fatores de risco.

Como, por exemplo:

·       Idade avançada;

·       Má postura;

·       Obesidade;

·       Estresse;

·       Sedentarismo;

·       Fraturas;

·       Doenças reumáticas.

Todos os estes podem causar a formação da osteofitose. Levando a calcificação da vértebra, que é um processo irreversível e progressivo, mas 90% dos casos são leves e têm fácil controle.

Abaixo, você saberá mais sobre os principais fatores de risco dessa doença.

1.     Idade avançada

Todo indivíduo está amplamente suscetível ao desgaste natural dos discos intervertebrais que aumentam conforme o avanço da idade. Assim sendo, somando isso ao caso da pessoa que já tenha predisposição genética para o problema, as dores podem aparecer com o envelhecimento.

Porém, pessoas que durante a vida adotam uma boa postura corporal, praticam exercícios físicos e vivenciam poucos períodos de estresse, têm menores chances de desenvolver osteofitose.

2.     Má postura

Uma boa postura corporal é questão de educação corporal, ou seja, podemos praticar essa boa postura no nosso dia a dia. Afinal, uma das principais causas da osteofitose está atrelada também ao posicionamento incorreto da coluna nas principais atividades do nosso dia.

Em primeiro lugar, a nossa maneira de sentar no trabalho ou até mesmo em casa deve ser observada e corrigida. Precisamos manter a coluna ereta, buscando ajustar até mesmo a altura do encosto, a inclinação, uma opção seria cadeiras ergonômicas.

Em segundo lugar, a maneira como dormimos, pois uma noite de sono bem dormida é essencial para a saúde da sua coluna. Tenha um colchão confortável, um bom travesseiro, evite dormir de bruços e em posições que possam acabar forçando muito o seu pescoço.

3.     Estresse

A rotina dos grandes centros, quase sempre motiva o aumento do estresse, esse impacto da questão emocional está ligado também à osteofitose. O corpo é afetado como um todo, isso porque a condição permite aumentar a percepção de dor no nosso corpo.

Sendo assim, podendo causar tensões musculares e agravar a osteofitose em pessoas que tenham a doença, exclusivamente pelo estresse rotineiro.

Quais são os sintomas típicos da osteofitose?

Dentre os principais sintomas do bico de papagaio, podemos destacar intensas dores nas costas, perda de força muscular e sensação de formigamento. Eles também podem estar atrelados à existência de limitação de movimentos, dor irradiada nos ombros e até mesmo dor de cabeça.

Desse modo, os sintomas da osteofitose podem e são agravados com o movimento e muitas vezes podem ser melhorados com repouso. Pois, as raízes nervosas são comprimidas apenas em alguns determinados movimentos da sua coluna, podendo aliviar em alguns movimentos e aumentar a dor em outros.

No entanto, esses sintomas são parecidos com os de outras doenças ósseas nas articulações, principalmente da sua coluna. Por isso, para confirmar o diagnóstico de osteofitose, devemos consultar um médico ortopedista.

Como é feito o diagnóstico da osteofitose?

O diagnóstico começa com um exame clínico, onde o ortopedista especialista em coluna realiza avaliação detalhada da compressão do nervo e da medula. Sendo a chave do processo de diagnóstico, correlacionar a história do paciente, sintomas e os testes que estão sendo realizados.

Dentre alguns testes para auxiliar no diagnóstico, podemos incluir os testes eletrocondutores, comumente realizados para documentar a gravidade das lesões do nervo espinhal. Assim, esses testes de eletromiografia e de condução nervosa excluirão a possibilidade de compressão do nervo periférico, como acontece na síndrome do túnel do carpo.

Além disso, as radiografias, um raio-x da coluna vertebral, podem determinar a extensão das alterações causadas pela artrose da coluna. Sendo assim, com os exames em mão, o ortopedista pode determinar se estão presentes alterações destrutivas ou são indicadas outras imagens radiográficas.

Para finalizar, a tomografia computadorizada com mielografia e/ou ressonância magnética ajuda a fornecer detalhes sobre mudanças na arquitetura da coluna vertebral. Dessa forma, o ortopedista pode tomar a decisão de realizar uma intervenção cirúrgica da coluna vertebral ou não.

Algumas opções de tratamento

A osteofitose não tem cura, o seu tratamento atua para aliviar a dor e diminuir a sensação de desconforto. Contudo, em casos mais graves, com o desalinhamento progressivo da coluna ou mesmo evolução de um distúrbio pode exigir intervenção cirúrgica.

Dentre algumas opções de tratamento, os medicamentos anti-inflamatórios e relaxantes musculares, por aproximadamente 4 a 6 semanas, podem ajudar. Lembrando que esses medicamentos devem ser orientados por um ortopedista especialista em doenças da coluna.

A fisioterapia e ajustes quiropráticos são outras estratégias que auxiliam no tratamento da osteofitose, aliviando condições articulares dolorosas. Essas abordagens ajudam restaurar flexibilidade e força no pescoço e nas costas, melhorando a postura e possivelmente diminuindo a compressão nos nervos.

Por fim, temos a intervenção cirúrgica, como, por exemplo, a laminectomia, projetada para aliviar dores e sintomas neurológicos. Dessa forma removendo os esporões ósseos e os ligamentos espessados que causam a compressão dolorosa do nervo.

Para finalizar, lembre-se sempre de consultar um médico especialista quando sentir algum desconforto na coluna.

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